Amanda morava em uma cidade metropolitana e eu estava muito afim de revê-la. Ela, também, pois me ligava todos os dias. A semana parecia não passar. Quanto mais eu a imaginava deslizando sua doce e frenética língua em minha verga, mais a desejava.
Foi num domingo qualquer que nos reencontramos.
A grana estava curta, como era de praxe naquela época - não muito diferente dos dias que seguem...
Sol a pino, cerva gelada descendo garganta abaixo, embarquei ao encontro daquela menina que endiabrava meus finais de semana.
O local do encontro estava fechado - uma farmácia que ficava distante da casa dela - dali, partiríamos para o bar, pois Amanda estava noiva de um soldado da polícia, o mesmo que me ameaçou de morte por ter mijado no poste que fica em frente à casa da mãe dele.
Eu estava a caminho de um bar do centro histórico da cidade para discotecar. No caminho, me deu vontade de dar aquela mijada - já que tinha bebido umas cervas em casa.
Avistei um poste que estava com a lâmpada queimada e aproveitei para fazer ali mesmo. Esvaziei a bexiga e quando estava sacudindo minha verga, o soldado - um ser vil -, me chamou de corno e disse que a mãe dele não era puta igual a minha e que eu tive sorte dela não ter aparecido na janela.
Mandei ele se foder e continuei rumo ao bar onde meus amigos me aguardavam.
O elemento pegou sua motinha e veio me ameaçar de morte. Disse umas coisas suaves para ele, já que estava armado com um revólver em sua mão direita ameaçando atirar em minha direção.
Eu não ia mandar ele se foder de novo, já que tinha mandado o miserável uma vez, e não queria correr risco de vida.
Ele desistiu de atirar e caiu fora. Soube depois que era soldado através de duas mulheres que estavam sentadas em frente a uma igreja. Elas presenciaram tudo.
Ele não sabe, mas dona Florinda, sua mãe, foi dona de um puteiro naquela região antes de casar-se com seu pai - o açougueiro respeitado por todos do bairro.
Conheci Amanda no show do Mudhoney - seu noivo estava de plantão naquele dia. Eu estava em frente ao palco pulando ao som de Touch me i'm sick quando ela me agarrou pela cintura e não quis me largar mais.
(...)
Chegou na hora marcada. Usava um vestido curto. Do outro lado da rua, pude avistar suas coxas esbeltas estampando uma tattoo de morango, e senti o gosto da sua buceta.
O bar era sempre o mesmo. Um aviso na parede me chamava atenção toda vez que eu ia lá: Lan House com internet.
Amanda se soltava cada vez mais a cada golada que dava em sua roska de morango, sempre de morango.
Era uma noite sem luar; sem pessoas pelas ruas - sem nada que pudesse atrapalhar nosso momento.
Caminhamos um pouco. Nos beijamos, nos agarramos. Ao longe, ouvimos gritos desesperados de crianças que pareciam presenciar uma cena de espancamento. Clima tenso em uma noite pálida carregada de segredos e desejos.
Em determinado momento, puxei Amanda pelos braços e a trouxe para trás de um muro. O cheiro de mato era forte e o vento soprava levantando as barras do seu vestido. O movimento era de uma coreografia que dispensa qualquer tipo de comentário.
Minha verga estava a ponto de sair louca do meu jeans colado no corpo. Abri o zíper devagarzinho... Amanda estava toda molhadinha e a fúria dos seus seios instigaram minha língua, que, sem cerimônia alguma, sorveu aqueles biquinhos pontudos, macios e cheirosos.
Ela pegou minha verga e apertou em sua coxas, bem no meio da tatto onde se encontrava as iniciais com o nome do soldadinho - ah, mas ele não disse nada. Prometi a mim mesmo que não jorraria ali - seria um desperdício -, prefiri na boca carnuda de Amanda, que não mostrou-se constrangida com algumas formigas que insistiram em nos incomodar subindo pelas suas pernas.
Mais um momento de tensão põe quase tudo a perder; foi quando o muro tremeu, parecendo vir abaixo.
Segurei seu corpo com firmeza e a penetrei trazendo à tona seus gemidos embriagantes com sabor de morango.
Eu não jorrei em sua tattoo, e sim, em sua boca carnuda - nessa hora, ela já estava de joelhos engolindo tudo e se deliciando com jorros de uma porra que não parecia acabar mais.
Respirei fundo e ela sorriu.
(...)
Passava da meia-noite quando alguns pingos de chuva de uma noite sem luar respingou em nossas cabeças, exatamente na hora em que ouvi a voz abafada de Amanda pedindo para meter em sua apertada bundinha. Eu segurava, com firmeza, suas coxas - exatamente em cima das inicias.












